terça-feira, 1 de novembro de 2016









Aqui está a receita das famosas e deliciosas Bolachas de Manteiga.

Ingredientes:
325g de Farinha de trigo
125g de Manteiga
125g de açúcar
2 Gemas de ovo
Açúcar Baunilhado para polvilhar

Preparação:

1.- Numa tigela, amasse a manteiga com o açúcar, depois adicione as gemas e continue amassando até ficar um creme grosso.
2.- Adicione a farinha e amasse, leve a uma superfície plana e amasse energicamente até ficar uma massa bem homogénea.
3.- depois de a massa estar bem ligada estenda-a com as mãos pois com o rolo será difícil porque não é uma massa flexível, estenda a massa até ela ter uma espessura de 4 ou 5 mm.
4.- Ligue o forno a 180ºc
5.- Corte as bolachas com qualquer cortador de bolachas, o um copo, o outra coisa da sua preferência. 
6.- coloque as bolachas numa forma, ou assadeira forrada com papel vegetal ou também pode barrar com manteiga e enfarinhar (eu não aconselho, porque as bolachas ficam mais torradas e queremos que fiquem com a cor própria douradinha de uma bolacha de manteiga e não de uma bolacha torrada) 
7.- polvilhe com açúcar baunilhado.
8.- leve ao forno a assar durante 10 minutos a 180ºc, não deixe ficar no forno mais tempo.

Se as bolachas ainda estão um bocadinho moles ao retirar do forno, não se preocupe porque elas endurecem e ficam óptimas, palavra de amiga. Deixe-as arrefecer e depois retire da forma ou assadeira.
Desfrute destas maravilhosas bolachas.
Bom proveito.

__________________________________________________

Soundtrack:
"Daisy_Dukes" downloaded from YouTube Audio Library

Rosquinhas Caseiras Bem fofinhas (por Fernando Couto)







INGREDIENTES:
FARINHA DE TRIGO EM TORNO DE 800G (OU ATE DAR O PONTO QUE MOSTRO NO VIDEO)
AÇÚCAR, 135G (7 COLHERES DE SOPA)
MARGARINA,70 G (2 COLHERES DE SOPA CHEIA)
LEITE MORNO, 300 ML (2 COPOS)
OVOS, 3
FERMENTO BIOLOGICO SECO, 20 G (2 COLHERES DE SOPA)
SAL, 5G ( UMA COLHER RASA DE CAFE)






500g de farinha de trigo
100g de açúcar
25g de margarina s/ sal
1 ovo
200ml de leite
10g de fermento químico

Rendimento: 30 unidades de mini sonho.

Mundos Perdidos: Os Vikings (Dublado) Documentário Completo

Mistérios da Antiguidade: A Cidade Oculta de Petra | Dublado [HD] Docume...

Como os Líderes mais Cruéis da Humanidade Chegaram ao Fim? - FATOS RESPONDE

NUNCA MAIS VOCÊ VAI QUERER JOGAR A CASCA DO LIMÃO FORA

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Combate ao Câncer – Informação é o melhor remédio para a prevenção












Congresso Brasileiro de Mastologia debate os avanços de novas drogas e tratamento para o câncer de mama

O QUE NÓS NÃO SABIA QUE A ASPIRINA PODE FAZER POR VOCÊ






Existem produtos que têm múltiplos usos, mas, por desconhecimento, as pessoas não sabem explorar todas essas utilidades.

Um exemplo disso é a Aspirina, usada para combater dores e febre.

1. Elimina gorduras nas panelas

Isso mesmo!

Independentemente da refeição, o comprimido consegue limpar a panela.

E os resultados serão ainda melhores se você misturar com suco de limão.

Coloque bicarbonato de sódio em sua parte íntima. Veja porque !!









Bicarbonato de sódio para candidíase vaginal 

Remédio caseiro para candidíase

Um dos melhores remédios caseiros para a candidíase vaginal é usar bicarbonato de sódio, já que ele ajuda a manter o PH vaginal por volta dos 7,5. Ao alcalinizar o PH da vagina combatemos ou até mesmo eliminamos a multiplicação do fungo da cândida que é a culpada pelo aparecimento da candidíase ou infecção vaginal.

Toda mulher já sofreu alguma vez dos sintomas da candidíase ou infecção vaginal, tal como coceira na vagina, corrimento com mau cheiro, corrimento amarelado ou esverdeado, corrimento vaginal branco ou vermelhidão ao redor da vagina.

Para fazer o remédio caseiro para a candidíase usando bicarbonato de sódio, basta misturar 1 colher (sopa) em um litro de água morna previamente fervida.

Primeiro lave a zona genital com água corrente e depois faça banhos de assento e lavagens genitais com a mistura de água e bicarbonato. A melhor maneira será adicionar a solução numa bacia ou bidê e depois sente-se de maneira a que a zona genital esteja em contato com a solução, durante uns 20 ou 25 minutos. Faça este tratamento natural para a candidíase pelo menos 2 vezes ao dia até que os sintomas desapareçam.

Em vez de usar bicarbonato de sódio também pode usar o citrato de potássio ou mesmo o bicarbonato de potássio, já que estes elementos também, ajudam a alcalinizar o PH da vagina e por tanto ajudam a acabar com a coceira na vagina e corrimento vaginal com mau cheiro.

Para as mulheres que sofrem de candidíase recorrente ou mesmo crônica, recomendamos que visite o seu ginecologista para avaliar a situação, e peça para ele lhe receitar bicarbonato de sódio 650 mg para tomar de 6 em 6 horas, isto para que quando estiver de viagem ou não conseguir fazer os banhos de assento possa conseguir manter equilibrado o PH da vagina.




DIGA ADEUS AOS CABELOS BRANCOS NATURALMENTE USANDO APENAS (1 ) INGREDINTE

NUNCA MAIS VOCÊ VAI QUERER JOGAR A CASCA DA LARANJA FORA



DEPOIS DE SABER DISTO, VOCÊ NUNCA MAIS VAI JOGAR A CASCA DE LARANJA FORA!

Facebook: https://www.facebook.com/dicasfaceisc...
Assita Também: 

Cabelo Crescer mais Rápido ( Óleo Bomba de Café ) https://www.youtube.com/edit?o=U&vide...

Receita Caseira Facil / Botox Caseiro Facial: https://www.youtube.com/watch?v=4MyQ2...


Por exemplo, ele trata:

- Artrite

- Gota

- Excesso de ácido úrico

- Problemas de intestino preso

- Hipertensão (pressão alta)

- Febre

- Fraqueza

- Cálculos renais

- Úlceras, obesidade

Além de tudo isso, ele é digestivo e anti-inflamatório.

O chá é muito fácil de fazer:

Pegue uma laranja, de preferência orgânica, e lave muito bem a casca.

Descasque-a e ponhe a casca para secar num ambiente livre de umidade por 24-48 horas.

Quando a casca estiver secar, ferva essa casca com 10 cravos-da-índia em um litro de água por cinco minutos e tome durante o dia.

Com a casca de laranja, você pode fazer também um incrível desinfetante ecológico.

Conheça mais três:

1. Peeling corporal

Se você quiser que sua pele fique macia e firme, tudo que precisa fazer é colocar casca de laranja em um gaze e usá-la como uma esponja durante o banho.

Este é o peeling corporal mais simples que existe.

2. Inseticida

Coloque casca de laranja nos lugares onde você há insetos.

Eles não gostam do cheiro da casca de laranja.

3. Elimina chulé

Coloque casca de laranja dentro do sapato.

A casca vai absorver completamente o mau cheiro.

fonte:curapela natureza



terça-feira, 4 de outubro de 2016

ADIVINHAS




Nas adivinhações ou adivinhas, que são rápidas questões propostas para serem resolvidas, onde geralmente a lógica não está presente, a mão, que é o objeto de análise deste trabalho, marca presença, quer no enunciado, quer na resposta, quando não em ambos. Eis dezenas de exemplos inventariados, em sua quase totalidade no folclore olimpiense.
Entretanto as de números 2, 3, 4, 7, 13, 17, 20, 31, 33, 35, 38 e 40 foram registradas em Votuporanga, SP:
1- Qual é a mão que pesa mais?
-Mão-de-ferro.
2- Qual é a mão que mais bate?
-Mão de pilão.
3- Que mão tem chifres?
-Mão-curta (espécie de veado).
4- Qual a mão que mais se fecha?
-Mão de finado ou mão de leitão (sinônimos de pessoas sovinas).
5- Quando Colombo descobriu a América, o que enxergou na mão direita?
-Os dedos.
6- Quando apaixonada, adolescente encontra o namorado, o que pretende dar?
-Sua mão.
7- Qual a diferença entre a noiva e o papagaio?
-A noiva pede-se a mão e ao papagaio, o pé.
8- Altas torres, lindas janelas, abrem e fecham sem pôr as mãos nelas.
-Olhos.
9- Qual a mão que faz mal com suavidade?
-A do ladrão.
10- Qual é a mão que não tem dedos?
- A mão de pilão.
11- Qual é o animal que sem a mão vira tempero?
-Salmão.
12- Qual a fruta que sem a primeira sílaba se torna parte do braço?
-Mamão.
13- Que é que tem pescoço e não tem cabeça, tem braços e não tem mãos e embora tenha peito, falta-lhe o coração.
-Camisa.
14-O que é que tem a mão separada do corpo?
-O pilão.
15-O que está sempre no chão e fica em cima da mão?
-Til (acento).
16-O que é que abre portões sem ter braços nem mãos?
-O vento.
17-O que é que enche a casa, mas não enche a mão?
-O botão.
18- Por que o guarda de trânsito pode ser considerado muito forte?
-Porque faz os carros andarem a um gesto de mão.
19- Qual o carro que todos sabem guiar?
-Carrinho de mão.
20- Qual a cidade do Estado do Paraná que está em nossas mãos?
-Palmas.
21-O que é que tem pés e não anda, mãos e não trabalha, olhos e não vê, orelhas e não ouve, tem boca, mas não fala?
-Uma estátua.
22 - Quem mordeu a mão do eleitor na hora de votar?
-A boca de urna.
23-O que é que de uma palma saem cinco palmitos?
-Mãos e dedos.
24- Quem tem palma sem ter palmeira?
- Mão.
25- Que é que pula, pula, com a mão na cintura?
-Pilão.
26-O que é que para comer põe a mão nos olhos?
-Tesoura.
27-O que é que tem mão fora do corpo e a boca na barriga?
-Pilão.
28 - Onde é que Deus bota sempre as mãos?
- Nos braços.
29- Quando Deus fez o mundo e deu às criaturas, onde lhes colocou as mãos?
-Nos pulsos.
30- Quando a mulher se deita, onde é que ela fica com as mãos?
-Nas munhecas (nos pulsos). Variante:
31 - Quando uma moça se deita, onde ela dorme com as mãos?
-Nos braços.
32-O que é que se movimenta usando as mãos e não os pés?
-Baralho.
33- O que é que tem cabeça, tem pé, tem braços, mas não tem mãos?
-A cruz.
34-O que é que se planta com as mãos e colhe-se com os olhos?
-A carta.
35-O que é que é? Uma belajanela que se abre e fecha sem que ninguém coloque a mão nela.
-O olho.
36 - Qual a fruta que tem mão?
-Limão.
37-O que é que voando de mão em mão, sobre golpes bem batidos, obriga a saltos repetidos a quem lhe der a mão?
-Peteca.
38 - Qual a fruta, que sem a mão, diz que já leu?
-Limão (li).
39-O que disse a buzina para a mão?
-Não me aperte que eu grito.
As adivinhas que seguem foram formuladas em engenhosas quadras. Note como são interessantes! Foram retiradas do arquivo de José Sant'anna (1937-1999), em 1993.
40- Fininha como cabelo, 
Brilhante como uma espada, Brinca na mão da mocinha, Mas pelo pé amarrada.
-Agulha.
41- Uns me juntam, outros me partem,
Passando de mão em mão, Entre caneca e caneca Sou a grande distração.
-Bebida alcoólica.
42- Mais de vinte senhoritas
São mudas quando isoladas, Mas dizem todas as coisas Se acaso estão de mãos dadas.
-As letras do alfabeto.
43- A resposta é verdadeira,
Mas parece sem razão: O que enche uma casa, Nas não enche uma mão?
-Botão.
44- Enche uma casa todinha,
Mas não enche uma mão; Amarrado na cacunda Entra e sai sem ter portão.
-Botão de camisa (blusa, calça, etc).
45-Tem pescoço, não tem cabeça, Tem braços e não tem mãos, Tem corpo e não tem pernas, Tem peito, não tem coração.
-Camisa.
46- Sou cortês, atencioso,
Sujeito muito decente, Vou ao salão, ao palácio, Pela mão de muita gente.
-Chapéu.
47-Tem olhos, não tem pernas,
Mata gente, não tem mãos; Bota ovos, não tem pernas, Tem roupa sem confecção.
-Cobra.
48- Tem braço e não tem mão,
Tem perna e não tem pé, Tem pescoço, não tem cabeça, Mas é símbolo de fé
-Cruz.
49-Tem pés, tem mãos e tem olhos
Orelhas, boca também; Não anda, não vê, não ouve E nem fala com ninguém.
-Estátua.
50- Nasci em terras queimadas
Meu próprio nome é o chão, Tenho vinte e cinco dedos Na metade de uma mão.
-Meia-mão de milho.
51- Quando Deus criou o mundo,
De barro foi feito Adão; Agora vem a pergunta: Onde Deus lhe pôs as mãos?
-Nos braços.
52- Como planta que é, tem tronco
E de grande comprimento; Vive embora sem ter mãos, Batendo palmas ao vento.
-Palmeira.
53- Um trem em velocidade
Segue sua direção, Quem pode parar o trem Com apenas uma mão?
-O maquinista.
54- Pendurado na parede,
Utilíssimo tu és,
Pois dás sem teres as mãos
E anda sem teres os pés.
-Relógio.
55- Venho nas ondas do mar,
Nascido na fresquidão, Não sou água e nem peixe, Mas sou tempero na mão. 
-Sal.
56- Cinqüenta e cinco soldados
Todos cabem numa mão, Os cinqüenta pedem ave, Mas os cinco pedem pão.
-Terço de oração.
57- Qual será a resposta
Que o decifrador dará: Cinco dedos numa mão, Mas carne e osso não há.
-Luva.
58- Posso dar-lhe a resposta
E não erro, meus irmãos, Nenhum macaco tem pés, Este animal só tem mãos.
-Há um engano, pois macaco não é quadrúmano (quem tem
quatro mãos).
59- Quem viaja se prepara,
Para não ficar na mão, Mas o que é necessário Pra se entrar num avião?
-Estar fora dele.
60- Onde de mãozinhas postas,
Parece religioso,
Com aspecto de santinho
E inseto perigoso.
-Louva-a-deus.

 http://www.portalsaofrancisco.com.br/

VÁRIOS ESTILOS DE DANÇAS DE ESTADOS SDIFERENTES.





PAU-DE-FITA

Considerada uma dança universal, é a sobrevivência de antigos rituais de cultos às árvores. Muitos povos dançaram em torno delas, que são símbolos de fertilidade, adornando-as de várias cores. Um dia, alguém a enfeitou com fitas. Mais tarde, alguém tomou dessas fitas enquanto dançava. O exemplo foi imitado e a coordenação de movimentos deu origem à dança.
Do topo de um mastro de cerca de três metros de comprimento, partem fitas coloridas. Os dançadores, em torno do mastro, cada um segurando uma fita, vão trançando-as, formando figuras. O número de dançantes deve ser sempre par para que as "tramas" ou "tranças" possam ser levadas a bom termo.
Dançada em quase todas as regiões do Brasil, recebe diferentes nomes, conforme o local: Tipiti, Dança-das-fitas, Dança de trançar, Folguedo-da-trança, Trança-fitas, entre outros.

QUADRILHA


Típica de festejos juninos, a Quadrilha surgiu como dança aristocrática, proveniente dos salões da França, divulgada depois entre os europeus. Introduzida no Brasil como dança de salão, ela foi apropriada e reelaborada ao sabor popular.
Dos salões nobres, foi levada à zona rural, de cujas festividades é normalmente parte. Propagou-se pelas cidades e hoje é tradicionalmente dançada nas festas juninas. Há competições de Quadrilhas nas grandes festas.
Um "casamento na roça" é às vezes encenado.
Várias são as figurações que os dançarinos desenvolvem, sob o comando de um mestre, o "marcante" ou "marcador":

BOI




BOI

Animal cultuado pelo mundo e também entre nós, em torno da fi¬gura do boi (uma importante fonte de trabalho e de renda), existem lendas e outras narrativas que marcaram no Brasil sua presença em nosso folclore.
Uma das versões sobre sua origem é a de que estaria relacionada a um antigo culto ao deus egípcio da fertilidade (Apis), representado por um boi, que morria e ressuscitava, também praticado em outras regiões da Africa. Esse culto então teria sido trazido ao Brasil pelos escravos africanos.
O auto do boi apresenta um enredo básico em quase todo o país: a negra Catirina, grávida, com desejo de comer língua de boi, mas a do mais belo da fazenda. Seu marido, o "Pai Francisco" ou "Pai Chico", trabalhador na fazenda, mata o animal pertencente a seu patrão para atendê-la. O boi é morto.
O patrão por ele reclama, e depois de muitos entre¬meios de personagens caricaturados da sociedade, que vêm opinar sobre o ocorrido, o criminoso é descoberto. Rezas, rituais má¬gicos e remédios se seguem. O boi ressuscita e tudo vira festa.
Das diversas formas em que esse folguedo é apresentado em todas as regiões brasileiras, exemplifiquemos com os seguintes:

BOI-DE-MÁSCARA

Essa difere dos tradicionais bois do Norte brasileiro por seu ritmo e pelo uso de máscaras e "cabeções" pelos dançarinos. Não há a encena¬ção do enredo. Teria surgido no município paraense de São Caetano de Oliva.

BOI-BUMBA de Parintins, Amazonas

Megaevento, dos maiores do país, a festa do boi-bumbá de Parintins, Amazonas, é ali realizada há mais de oito décadas, no mês de junho, atualmente no "Bumbó-dromo", a grande arena onde ocorrem as apresentações.
Há um destaque maior para a presença de elementos indígenas, que o distingue do Bumba-meu-boi mara¬nhense (ressalte-se, porém, que o boi-bumbá é filho direto do bumba-meu-boi do Nordeste). Também se diferencia de outros bois pelo ritmo, pela indumentária, pela coreografia e personagens utilizados. Monumentais carros alegóricos e ricos figurinos fazem parte das apresentações, nas quais são evocados fatos, lendas e qualidades da Amazônia.
Uma acirrada disputa se trava entre os bois "Garantido", em que prevalece a cor vermelha, e "Caprichoso", em que predomina a cor azul.

BUMBA-MEU-BOI

Do Nordeste, especialmente no Maranhão, onde é um dos maiores festejos brasileiros, o Bumba-meu-boi prima pela riqueza e diversidade do figurino e dos elementos rítmicos e coreográficos. É usado o termo "sotaque" para as músicas que acompanham os bois maranhenses.
O que os distingue são os instrumentos musicais utilizados e a cadência do ritmo imprimido a cada espécie. Dentre as figuras se destacam o Pai Francisco, a Catirina, Dona Maria (mulher do amo), pajé, índios, vaqueiros, cazumbás (espé¬cies de palhaços, mascarados). Em outros Estados nordestinos, há variantes como o Boi-de-Reis, no Rio Grande do Norte, e o "Cavalo- Marinho", especialmente em Pernam¬buco e Paraíba.
Neste último, além da figura do boi, se destaca, entre várias outras, a do Cavalo-Marinho, espécie em torno da qual o povo criou diversas lendas. No Boi-de-Reis, há também outras, como os Galantes (ricamente vestidos, adornados com fitas coloridas e espe¬lhos); os Mascarados (trajando rou¬pas surradas, com os rostos pinta¬dos de tisna) e outras figuras de bi¬chos e assombrações.REIS-DE-BOI
E um folguedo que homenageia os Santos Reis, no qual se realiza o auto do boi, de grande ocorrência no Estado do Espírito Santo, especialmente nos municípios de Conceição da Barra e de São Mateus, estendendo-se a alguns do sul da Bahia. Compõe-se de vários elementos: o Boi, personagem principal, o Vaqueiro, Pai Francisco e a Catirina, João Mole (um boneco desengonçado), um grupo de marujos e outras figuras representando animais, monstros e fantasmas.

BOI DO NATAL

Na região Centro-Oeste, ocorre também o folguedo chamado "Boi do Natal", com o mesmo tema dos outros "bois", qual seja, o animal morto e ressuscitado. O que muda são alguns personagens, informa Carlos Felipe de Melo Marques, havendo lugar "para um caboclo, o Gregório; para um negro, o Mateus; e para um índio, o Caipora. Entre cantos, danças e palavras, o boi e seus companheiros, a mulinha, o cavalo de fogo e o jacaré brincam no meio do povo" ("O Grande Livro do Folclore", pág. 197, 2a Edição, Ed. Leitura).

BOI-DE-MAMÃO

Na região sul, especialmente em Santa Catarina, o "Boi" é o Boi-de-mamão. O conhecido enredo é encenado, mas outras figuras são nele introduzidas, como as de bonecos gigantes e outros animais. O nome "boi-de-mamão", segundo alguns autores, se referiria a um mamão verde que teria sido usado, às pressas, na confecção da figura do boi para mostrá-la a umas crianças.

MARUJADA

Antigo folguedo, de origem portuguesa, que retrata tanto os dramas enfrentados pelos marujos como os seus heróicos feitos em alto-mar, descobrindo terras, vencendo batalhas, em especial contra os mouros.
Esse folguedo conserva vestígios dos antigos autos portugueses da Nau Catarineta (antigo romance oral, de origem ibérica, cuja narrativa trata do desaparecimento de um navio português regressando de colônias).
Vários personagens fazem parte desse folguedo: o Almirante, o Capitão-de-mar-e-guerra, Capitão-de-fragata, marujos, cristãos, mouros, entre outros. O figurino dos membros do grupo lembra o dos antigos marinheiros.

A denominação varia ao longo das regiões em que aparece no Brasil:

Marujada, Marujos, Fragata, Barca, Chegança, Chegança de Marujos. No Nordeste, alguns se denominam, curiosamente, "Fandango", o qual, segundo Rogers Ayres, diretor do Balé Folclórico de Alagoas - Grupo Tran-sart, "corresponde Marujada de outros Estados brasileiros". Rogers acrescenta que "o único grupo existente atualmente em Alagoas está localizado no Pontal da Barra e é dirigido pelo mestre Aminadab".
Em Minas Gerais, informa Gustavo Cortes, há os "Marujos", que se apresentam nas festividades de Nossa Senhora do Rosário, de São Benedito e de Santa Efigênia, vestidos com os trajes típicos de marinheiros, ostentando o ro¬sário de lágrimas na cintura.
A Marujada de Bragança/PA, no entanto, muito difere dos demais folguedos existentes no Brasil. E composta por mulheres, às quais cabe o comando e a organização da festividade; os homens são apenas acompanhantes e tocadores. Não há muitas personagens além da Capitoa e da Sub-capitoa. As marujas vestem blusa branca, toda rendada e saia comprida rodada, vermelha ou azul.
Usam uma fita, a tiracolo, azul ou encarnada, de acordo com a cor da saia, bem como um chapéu cheio de plumas e de fitas de várias cores. E realizada no dia de São Benedito, no dia de Natal, no mês de dezembro e no dia Ia de janeiro. Não há dramatização na Marujada de Bragança nem alusões à Nau Catarineta oú a feitos marítimos.

http://www.portalsaofrancisco.com.br/

PARAFOLCLORE e GRUPOS PARAFOLCLÓRICOS




PARAFOLCLORE

O termo "parafolclore", formado pelo prefixo grego para ("perto de", "ao lado de") e folclore (cultura popular), foi criado para designar o aproveitamento de produtos da cultura popular pelos meios eruditos.
Nesta modesta abordagem do assunto, trataremos apenas superficialmente da utilização das danças folclóricas com propósito estético.

GRUPOS PARAFOLCLÓRICOS

Dança parafolclórica é aquela baseada ou inspirada em uma dança folclórica, diferenciando-se desta por ser desenvolvida por dançarinos profissionais ou estudantes, sob a direção de um coreógrafo, com motivação estética e propósito artístico-espetacular. (Esse é o conceito comum, mormente entre os mais tradicionalistas. No entanto, há que se ressaltar a existência de grupos parafolclóricos que têm também outros propósitos, especialmente no sentido de difundir tradições folclóricas para fins didáticos).
São apresentadas pelos denominados Grupos Parafolclóricos, que pesquisam e reelaboram as danças e folguedos folclóricos, adaptando-os, a seu critério, para apresentá-los nos palcos. A dança é artisticamente reinterpretada. O figurino é enriquecido. A coreografia é reelaborada. Modificam-se alguns passos das danças tradicionais, acrescentam-se outros, tudo em conformidade com os efeitos cênicos almejados. E o folclore "estilizado".
Alguns grupos parafolclóricos orgulham-se de serem "o mais fiéis possível ao 'autêntico'". Outros discordam, argumentando que, se o objetivo for simplesmente imitar e copiar passo a passo a manifestação que se pretende projetar, nada de artístico se lhe acrescentará.
Também é usada a expressão "projeção folclórica", preferida por alguns folcloristas.
"Uma dança folclórica é folclore autêntico quando executada pelo grupo folk que a guarda em seu contexto cultural. Executada por alunos de um estabelecimento, respeitado o modelo folclórico, é folclore aplicado. Apresentada em teatro, por profissionais, modificada num ou noutro ponto para satisfação estética de uma determinada clientela, é projeção do folclore", ensina Maria de Lourdes Borges Ribeiro (op. cit).
Rogers Ayres, referindo-se aos diversos eventos de que participou como Balé Folclórico de Alagoas - Grupo Transart, declara que em todos eles "a marca do novo estava presente. Estudiosos, coreógrafos, professores e ensaiadores estão dando um novo formato desses eventos para que eles sobrevivam. Renovar para se eternizar. E isso o que fazemos quando restauramos uma obra de arte".
"Os parafolclóricos surgiram para homenagear os folclóricos de raiz. Os grupos nascem nas escolas, nas academias e também nas comunidades simples ou ricas para continuarem uma tradição que não deverá desaparecer totalmente" (Anuário do 40a Festival do Folclore, pág. 31). Segundo o Capítulo IX do texto resultante da "Releitura" da Carta do Folclore Brasileiro, produzido no VIII Congresso Brasileiro de Folclore, em dezembro de 1995, em Salvador, Bahia:

"(...) GRUPOS PARAFOLCLÓRICOS"

1.São assim chamados os grupos que apresentam folguedos e danças folclóricas, cujos integrantes, em sua maioria, não são portadores das tradições representadas, organizam-se formalmente e aprendem as danças e os folguedos através do estudo regular, em alguns casos, exclusivamente bibliográfico e de modo não espontâneo.
2.Recomenda-se que tais grupos não concorram em nenhuma circunstância com os grupos populares e que, em suas apresentações, seja esclarecido aos espectadores que seus espetáculos constituem recriações e aproveitamento das manifestações folclóricas.
3.Os grupos parafolclóricos consti¬tuem uma alternativa para a prática de ensino e para a divulgação das tradições folclóricas, tanto para fins educativos como para atendimento a eventos turísticos e culturais".
Bastante oportunos os comentários de Gustavo Cortes sobre o item 2 do Capítulo IX da Releitura da Carta do Folclore Brasileiro: "O que me parece mais importante é refletir o parafolclore como questão relacionada à arte e à educação.
Por se tratar também de manifestação artística na forma e conteúdo, o artista que utilizar da projeção folclórica terá a liberdade de expressar o seu trabalho com caráter único, pois a visão da arte é específica e vai de acordo com as experiências vividas pelo seu autor.
Contudo, a expressão artística deverá ter o cuidado de ser baseada em estudos que não agridam a manifestação autêntica, sendo coerente com a pesquisa realizada, sem perder a particularidade na criação do trabalho. Se a intenção da projeção folclórica for apenas copiar o fato existente, não trará nada a acrescentar em termos de arte.
E importante ficar claro para o público qual o tipo de trabalho a que ele irá assistir. Assim, não haverá a ocorrência de competição entre as manifestações que já são diferentes entre si, como ficou registrado no 2a item da carta" (Boletim da Comissão Mineira de Folclore n° 25).
Vejamos alguns folguedos e danças, ecoando antes, as sábias palavras do eminente Alceu Maynard Araújo, segundo o qual "uma das mais sérias dificuldades encontradas em nosso país, com referência aos estudos da demopsicologia, é a denominação dada às danças, às cerimônias religiosas populares e aos instrumentos musicais, pois variam de região para região" ("Folclore Nacional", Vol. II, "Danças * Recreação * Música", pág. 231, Ed. Melhoramentos).

FOLGUEDOS





FOLGUEDOS

"Considerados pelos estudiosos como a principal característica das festas tradicionais, religiosas ou não, os folguedos populares englobam brincadeiras, diversões, artes e artesanato, danças e bailes, músicas e cantorias, jogos e sortes, o comércio de artigos regionais, os autos e as representações teatrais (...), as pantomimas e os teatros de bonecos, entre muitos outros", ensina Emília Biancardi, em "Raízes Musicais da Bahia" (pág. 55, grifamos).
O termo "folguedo" tem, portanto, várias acepções, mas a tendência entre a maior parte dos folclo-ristas é de usá-lo restritivamente, num sentido mais específico, para designar as manifestações em que existe alguma representação dramática, com personagens definidos.
Segundo Maria de Lourdes Borges Ribeiro, a dança folclórica "é a manifestação de um grupo de estrutura simples, apenas mestre e dançadores, com coreografia própria, sem texto dramático, com ou sem indumentária determinada"; "o grupo de folguedo tem uma estrutura complexa, com mestre, dançadores, per¬sonagens com hierarquia e atuação definida, indumentária determinada, elementos tradicionais, ensaios, parte dramática" (em "Folclore", Biblioteca Educação e Cultura, MEC).
Veríssimo de Melo, por sua vez, diverge, considerando equivalentes os termos danças e íolguedos populares, apresentando uma outra distinção entre folguedos e autos): "Entre as danças folclóricas, em geral, há que se separar os autos populares ou danças dramáticas (...) das outras danças ou folguedos populares. Os autos apresentam um enredo, uma estória. Os folguedos circunscrevem-se à coreografia, ritmo e música" ("Folclore Brasileiro - Rio Grande do Norte").
Muitos folcloristas, entretanto, referem-se ao "bumba-meu-boi", por exemplo, como auto ou como folguedo, indistintamente. São, enfim, amplas a diversificação terminológica e as distinções entre os fenômenos denominados. Usam-se "dança dramática", "auto", "folgança", "bailado", "cortejo".

Para Maria Amália Corrêa Giffoni em "Experiência de Pesquisa e Aplicação Didática de Danças Folclóricas", folguedos, ou bailados, danças-dramáticas e autos constituem denominações diferentes do mesmo fato folclórico, incluindo cortejo, danças, cantorias e declamação (Anuário do 28° Festival do Folclore).
Não obstante as divergências, é oportuno ressaltar que a grande mai¬oria dos autores utiliza os termos "danças" e "folguedos" quando tratam do assunto. Do mesmo modo, consta do Capítulo IX do texto resultante da "Releitura" da Carta do Folclore Brasileiro, produzido no VUI Congresso Brasileiro de Folclore, em dezembro de 1995, em Salvador, Bahia: "Grupos Parafolclóricos - São assim chamados os grupos que apresentam folguedos e danças folclóricas (...)".
Poderíamos, então, estabelecer esta distinção: a existência de dramatização e de personagens específicos, presentes no folguedo, o distingue da dança. Há, no entanto, manifestações em que a dança é apenas parte, mas não essencial, de determinado "folguedo", podendo inclusive nem ocorrer, assim como, em alguns "Bois", por exemplo, o episódio da morte e da ressurreição do animal pode também não ser encenado.
Sendo assim, consideramos oportunas as conceituações de Américo Pellegrini Filho, segundo o qual Dança Folclórica é "forma de expressão tradicionalmente popular que se baseia em movimentos rítmicos do corpo ou parte dele (especialmente os pés), em geral acompanhados por música e canto, e aprendida de modo informal por contatos interpessoais" ("Danças Folclóricas", pág. 26, 2a edição, Ed. Esperança); e Folguedo é "forma folclórica com estrutura, personagens e às vezes enredo, incluindo comumente danças ou coreografias reduzidas.
E integrado, geralmente, por pessoas mais ou menos constantes que mantêm um tema central tradicional. Pode não ocorrer a representação teatral (o desenvolvimento de um enredo), mas pelo menos se observam a organização de cortejo, a estrutura coletiva, os trajes especiais. Desse modo, o folguedo popular é uma forma folclórica mais ampla e complexa que a dança e chega mesmo a incluir danças".

http://www.portalsaofrancisco.com.br/

DANÇAS





Das mais remotas manifestações culturais da humanidade, a dança, nos primórdios, era integrante de rituais religiosos e mágicos, de cuja prática existem milenares registros arqueológicos.
Ainda hoje, verifica-se o uso da dança como manifestação de devoção, com caráter religioso, a exemplo de algumas que logo veremos no decorrer deste artigo. Com o tempo, a dança deixou de ter apenas motivação religiosa e passou a adquirir função recreativa e estética, fazendo-se presente em todas as sociedades humanas. Atualmente, é usada inclusive com finalidade terapêutica.

DANÇA FOLCLÓRICA

Diversamente das danças "da moda", fomentadas pelos meios de comunicação de massa, ou da dança clássica, erudita, a dança folclórica caracteriza-se por se situar e se desenvolver dentro da cultura espontânea, informal, ou seja, é aprendida pela observação e imitação direta, pela repetição e pela tradição, sem a intervenção da cultura erudita, sem a direção de coreógrafos.
Os estudiosos do tema classificam-nas de diversas maneiras.
Alguns as enfeixam em três grupos: danças "religiosas" (São Gonçalo, por exemplo), "guerreiras" (Quilombo, Maculelê) e "profanas" (Lundu, Coco). Outros o fazem, segmentando-as de acordo com sua "forma" (par solto ou unido, fileiras, roda); "possível origem" ou influência (européia, indígena); e sua "finalidade" (de intenção religiosa ou profana).
Outras formas de sistematização são também apresentadas, tais como, "quanto ao período em que são celebradas"; "quanto ao espaço de realização" (dança de salão, dança de terreiro); "quanto indumentária"; "quanto à área geográfica", entre outras.

Folclore






O que é

O folclore é a expressão da cultura de um povo : artesanato e danças e brincadeiras e costumes , histórias e história oral , lendas , músicas , provérbios , superstições e outros comuns a uma população específica, incluindo as tradições dessa cultura, subcultura ou grupo social , também chamado frequentemente da mesma forma que o estudo dessas questões.
Mas houve muitas discordâncias sobre o que exatamente o Folcklore continha: alguns falavam apenas de histórias e crenças e outras festividades também incluídos e vida comum.

VAQUEIRO MISTERIOSO

Por todo o Nordeste brasileiro contam histórias sobre um vaqueiro muito humilde, aparentemente frágil, mal vestido, montado num cavalo velho, com um chapéu gasto a lhe ocultar o rosto. Não se sabe de onde vem, nem seu verdadeiro nome. Ninguém lhe dá atenção nem dá nada por ele.
Quando se oferece para participar de vaquejadas ou outros certames com gado, zombam e caçoam do forasteiro. Acontece, porém, que na hora das disputas ele se revela um vaqueiro hábil como ninguém, conhecedor de grandes segredos. Seu cavalo torna-se então, um veloz e belígero ginete. Ele reúne todo o gado, no curral, sozinho e em pouco tempo. Domina facilmente os mais ferozes touros. Nas vaquejadas, não há novilho, não há garrote, que escape à derrubada do vaqueiro misterioso. Enfim, acaba sendo ele o grande campeão.
Terminados os torneios e as festas, ele, alegre, bom garfo e grande bebedor, recusa os sedutores convites das mulheres, assim como as ofertas dos fazendeiros de bem remunerados trabalhos; apenas recebe os prêmios e se vai, para reaparecer depois em outras paragens. Câmara Cascudo o registrou como mito (“Mitos Brasileiros”); Alceu Maynard Araújo, como lenda (“20 Lendas Brasileiras”).

VITÓRIA-RÉGIA

Era uma vez uma jovem e muito bonita índia, chamada Naiá, que se apaixonou pela lua ao ouvir as histórias de que esta era um belíssimo e poderoso guerreiro que, quando se enamorava de alguma índia, levava-a consigo para o céu e a transformava numa linda estrela.
Naiá, depois de se apaixonar pela lua, passou a não se interessar por nenhum dos seus inúmeros pretendentes, mantendo-se fiel a seu sonhado guerreiro. Numa das noites em que vagava pelas matas, ao ver a imagem da lua refletida num lago, acreditando ser o seu amado, atirou-se nas águas profundas do lago e morreu afogada.
A lua, então, que não fizera de Naiá uma estrela no céu, transformou-a numa estrela das águas, fazendo com que seu corpo de índia se tornasse uma imensa e linda flor, cujas pétalas à noite se abrem, para que o luar ilumine sua corola rosada. Essa flor é a vitória-régia.
ANDRÉ LUIZ NAKAMURA